sexta-feira, 31 de maio de 2024

História em jogos- 2º Bimestre: A Conjuração Mineira 8º ano

 Saudações querido (a) estudante!

Segue abaixo o link do jogo A Conjuração Mineira- 8º ano. 

Lembre-se de colocar seu nome completo e sua turma, conforme o exemplo: 



Ou


quarta-feira, 3 de abril de 2024

Análise do filme Oliver Twist (2005)

 Saudações querido(a) estudante!


Segue abaixo o link da atividade de análise do filme que assistimos e discutimos. 


https://forms.gle/Xy9NasebMCW2x3Wc6  

Filme de referência: Oliver Twist. Dir.: Roman Polanski. Reino Unido, 2005. 130 min.

Valor: 3 pontos. 

Lembre-se:  

Você pode responder as questões diretamente no google forms, o envio é automático.

Você pode responder as questões em folha separada, contendo capa, identificação nome, turma, escola e data. Nesse caso, o trabalho pode ser entregue até a terceira aula de história da semana entre os dias 15 e 19 de abril. 

Atenciosamente, 

Letícia Siabra.

domingo, 10 de março de 2024

Análise do filme " Mulher Rei"- 8º ano. 2024. Manhã.

 

Saudações querido(a) estudante!


Segue abaixo o link da atividade de análise do filme que assistimos e discutimos. 

Filme de referência: A Mulher Rei. Direção Gina Prince-Bythewood. TrisStar Pictures, 2022. 2:22 h.

Valor: 3 pontos. 

Lembre-se: As questões devem ser respondidas no caderno também. 


Atenciosamente, 

Letícia Siabra.

👉👉👉👉👉👉👉👉👉Link da atividade




HISTÓRIA EM JOGOS- 7º ano. 2024

 Saudações, 


Segue abaixo o primeiro jogo da nossa jornada pelo 7º ano. 

Orientações para meus estudantes em 2024: 

Lembre-se de colocar seu nome completo e sua turma, conforme o exemplo abaixo:



👉👉👉Link do jogo
Bom jogo!

terça-feira, 2 de junho de 2020

Antecedentes da República


Prof.ª Ma. Letícia Siabra- História, 2020- 9º Ano.
Resumo
Neste texto apresentaremos os antecedentes da República, ressaltando o Manifesto Abolicionista de 1870, assim como as articulações políticas que levaram ao golpe que instituiu a Primeira República no Brasil. Em seguida, atentamos para os primeiros anos da República Velha: a Constituição de 1891 e a República da Espada.


Vimos que nos últimos anos do império, vários setores estavam descontentes com o governo imperial. O fim da escravidão, movimentos de militares que reivindicavam melhores salários e condições de trabalho, predominância de ideais positivistas e o desgaste entre o governo e a Igreja foram fatores que contribuíram para o agravamento da crise política no Brasil.
Ainda em 1870 um grupo de políticos liberais, jornalistas e intelectuais, publicou o Manifesto Republicano, defendendo a criação de uma República Federativa no Brasil.
Vejamos os trechos finais do Manifesto: 

Analisando o discurso do Manifesto de 1870, percebemos a forte presença dos ideais positivistas, ao relacionar o descompasso do Brasil com a América e à Europa, ressaltando a ideia de atraso, sugere que o desacerto do Brasil fez com que este ficasse isolado do progresso que atingia os outros países. Um ponto de destaque nessa relação se refere à exigência da democracia e a crítica ao poder centralizador do imperador D. Pedro II.  
Dentre as várias pessoas que assinaram este manifesto em 1870, encontrava-se o jornalista Quintino Bocaiuva que, anos mais tarde em 1889, seria responsável por influenciar o marechal Deodoro da Fonseca a tomar o poder através de um golpe apoiado pelo exército e a destituir Dom Pedro II. Este por sua vez, foi banido com sua família para a Europa. Dom Pedro II morreu em Paris dois anos depois, vítima de pneumonia.

Mas afinal, o que é uma República?

Os primeiros vestígios da aplicabilidade do termo, que temos indícios se referem à Grécia Antiga, com o filósofo Platão ao dizer sobre a forma de governo da pólis. 
A palavra república vem do latim. “respublica < lat. res publica 'coisa pública, o Estado, a administração do Estado.”
De acordo com a definição do dicionário, apreciamos duas possibilidades:
Substantivo feminino
“1. forma de governo em que o Estado se constitui de modo a atender o interesse geral dos cidadãos.
2. JURÍDICO (TERMO): forma de governo na qual o povo é soberano, governando o Estado por meio de representantes investidos nas suas funções em poderes distintos.”

Todas as possibilidades dos significados da palavra República associam ao POVO/ CIDADÃOS os interesses garantidos coletivamente mediante a função do ESTADO.


A Instituição da República
15 de novembro de 1889

O golpe que instituiu a República em 15 de novembro de 1889, não teve agitação popular. Para o historiador José Murilo de Carvalho,

“Os acontecimentos políticos eram representações em que o povo comum aparecia como espectador ou, no máximo, como figurante. [...] Foi o futebol, o samba e o carnaval que deram ao Rio de Janeiro uma comunidade de sentimentos, por cima e além das grandes diferenças sociais que sobreviveram e ainda sobrevivem”. (CARVALHO, J. Os bestializados, 2 ed. SP: Companhia das Letras, 1987, p.163. )

A esse respeito várias discussões sobre a participação da população na instituição da republica no Brasil se fizeram entre os historiadores, de forma a questionar se a população realmente participou do golpe que proclamou a republica ou se o povo atuava como espectadores desse processo (?). Não vamos responder esta questão neste texto, mas traremos indícios de como alguns segmentos da imprensa, formadores de opinião viam o período republicano, e como a população era vista pela imprensa na República Velha.

Características da Instituição da Primeira República:

  • Movimento organizado por militares, cafeicultores e profissionais liberais, liderado por Marechal Deodoro da Fonseca.
  • Sem participação (direta) popular.
  • Defesa da ordem pública já existente, segurança e o direito dos proprietários brasileiros e estrangeiros.
  • Voltado para as elites. 



A República da Espada

Os primeiros governos do período republicano são chamados de República da Espada, isso se deve ao fato de os governantes entre 1889 e 1894, serem militares. Nessa época, vários conflitos aconteceram. O governo conta com o apoio das oligarquias brasileiras, principalmente os grandes produtores de café.
Após o golpe, o primeiro presidente do Brasil, foi marechal Deodoro da Fonseca, presidente do chamado Governo Provisório. O objetivo era fazer um governo de transição entre a monarquia e a república, que instituísse os ideais liberais e garantisse os privilégios da elite no país.

Medidas nos primeiros anos de República no Brasil


  • Instituição do federalismo: maior autonomia dos estados. Sede em RJ- Capital da República.
  • Separação entre Igreja e Estado: Registro civil de casamento e nascimento.
  • Promulgação da lei da grande naturalização: declarava cidadãos brasileiros os estrangeiros residentes no Brasil.
  • Criação de novos símbolos nacionais:(por exemplo) bandeira Ordem e Progresso

Fonte: NEVES, Daniel. Bandeira do Brasil. Brasil escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/bandeiradobrasil.htm Acesso em: maio de 2020. 

Encilhamento

Deodoro escolheu como Ministro da Fazenda Rui Barbosa, o qual ficou responsável para estimular a industrialização no Brasil. Para isso, Rui Barbosa criou um pacote de medidas em 1890 a fim de realizar a reforma financeira para estimular o crescimento econômico e desenvolver a indústria:
Fonte: https://wikiwand.com/pt/Ruy_Barbosa 

Estratégia: o governo permitiu aos bancos emitir muitas cédulas para implantar indústrias e pagar os salários dos operários.
Resultado: 

                                       Inflação
Criação de empresas fantasmas para obter crédito
Especulação financeira: obter lucro fácil.
Repúdio dos cafeicultores desinteressados pela industrialização. 

  
As críticas ao ministro Rui Barbosa aumentaram, e ele se demitiu. O Brasil mergulhou em uma profunda crise econômica.


A Primeira Constituição da República (1891)

A partir de 1891, a Assembleia Constituinte, cria uma nova Constituição para o Brasil, agora nos moldes republicanos, estabelecendo limites e garantindo alguns direitos como o voto universal masculino para maiores de 21 anos e alfabetizados, agora não mais estabelecido uma renda mínima, mas por outro lado, nos permite questionar quem tinha condições de alfabetização no período senão aqueles que possuíam uma renda significativa?
Todavia, para toda regra há exceções, e não podemos generalizar. É preciso entender as pressões e limites que a Constituição alcançava. Dentre os limites, temos a definição do poder do presidente, uma vez que a divisão de poderes estabelecia as responsabilidades de cada parte do sistema presidencialista.

Pontos da Constituição de 1891

  • Governo e Estado: sistema presidencialista, Estado Federalista.
  • Divisão dos poderes:
ü Executivo: presidente, governadores e prefeitos.
ü Legislativo: deputados e senado
ü Judiciário: Juízes (Supremo Tribunal Federal)
  • Voto Universal masculino, aberto, maiores de 21 anos e alfabetizados. (mulheres soldados e mendigos não podiam votar)
  • Mandato presidencial de 4 anos.
  • Eleições diretas para escolha de presidentes, governadores e prefeitos.

A partir do governo constitucional, Deodoro da Fonseca foi eleito como presidente pelos deputados da Assembleia Constituinte, e para vice; o marechal Floriano Peixoto.
Observe a notícia sobre a eleição de Deodoro, publicada no jornal “A República” dia 26 de fevereiro de 1891 (Rio de Janeiro):
Figura 3. Jornal A República. 26/02/1891. Disponível em: Biblioteca Nacional Digital. http://memoria.bn.br  Acesso em: maio de 2020.

Frente às limitações do poder executivo, Deodoro começa a agir de maneira autoritária: “Destituiu os governadores estaduais que não eram seus aliados e entrou em conflito com a oposição no Congresso Nacional. No auge do conflito com os republicanos civis, o presidente fechou o Congresso” (SER PROTAGONISTA, p. 15) .Diante disso a Marinha se rebela e Deodoro renuncia.
Pela Constituição de 1891 no caso de impedimento do presidente, novas eleições deveriam ser convocadas, e no caso de falta do presidente, o vice deveria assumir: 


Todavia o vice- presidente assume o governo, o que no entendimento de muitos setores não poderia acontecer, seria necessário a convocação de novas eleições. Floriano Peixoto não convocou novas eleições e assumiu o poder se tornando presidente da República.

O governo de Floriano Peixoto (1891-1894): o Marechal de Ferro

Floriano Peixoto governou de maneira autoritária, por isso que ficou conhecido como Marechal de Ferro. Todavia, algumas medidas populares foram tomadas durante seu governo: “diminuição dos impostos sobre a carne, controle do valor dos aluguéis e a construção de casas.” (VICENTINO, p.54)
Fonte: https://blogdabn.wordpress.com/tag/floriano-peixoto/ 

Estas medidas por um lado garantiram a aproximação com as camadas populares, por outro lado, alguns setores da elite não concordavam com o governo de Floriano Peixoto e defendiam que novas eleições deveriam ser convocadas. Os monarquistas se aliaram a estes grupos e realizaram duas rebeliões conhecidas como Revolta da Armada, com o objetivo de destituir o presidente. Este por sua vez, sufocou as rebeliões e manteve-se no poder até 1894 quando as eleições diretas garantiram a vitória do cafeicultor paulista Prudente de Moraes. 


Referências Bibliográficas

BRASIL. Constituição da República dos Estados Unidos do Brazil, decretada e promulgada pelo Congresso Nacional Constituinte, em 24/02/1891 Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/consti/1824-1899/constituicao-35081-24-fevereiro-1891-532699-publicacaooriginal-15017-pl.html Acesso em: maio de 2020.
CARVALHO, J. Os bestializados, 2 ed. SP: Companhia das Letras, 1987.
JORNAL A REPÚBLICA. 26/02/1891. Disponível em: Biblioteca Nacional Digital. http://memoria.bn.br. Acesso em: maio de 2020.
MANIFESTO REPUBLICANO DE 1870. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4360902/mod_resource/content/2/manifesto%20republicano%201870.pdf Acesso em: maio de 2020, pp.734-735.
NEVES, Daniel. Bandeira do Brasil. Brasil escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/bandeiradobrasil.htm Acesso em: maio de 2020.
SER PROTAGONISTA. História, 3º ano, 2 ed, São Paulo: Edições SM, 2013. (Ensino Médio- Conteúdo adaptado)
VAINFAS, Ronaldo [et al]. História. 2ª ed, SP: Saraiva, 2014.(volume único)
VICENTINO, Cláudio [et al]. Teláris História. 9º ano. 1ed, São Paulo: Ática, 2018, pp. 48-55.

sexta-feira, 22 de maio de 2020


Segundo Reinado e Crise do Império

Prof.ª Ma. Letícia Siabra- História, 2020- 9º Ano.

Resumo.
Neste texto, retomaremos alguns pontos do Segundo Reinado, para assim, podermos entender como a Crise do Império contribuiu para o desgaste político que possibilitaria o golpe que daria início à República no Brasil em 1889.


Como se estabeleceu o Segundo Reinado?
Liberais e Conservadores disputam privilégios

Descontentes com a predominância dos Conservadores no poder durante o Período Regencial, os Liberais articulam para o Golpe da Maioridade de Pedro de Alcântara, aos 14 anos.
Em 23 de julho de 1840, a Assembleia declara sua maioridade e ele se torna Dom Pedro II. Inicia-se uma alternância entre Liberais e Conservadores pelos 48 anos seguintes.
No entanto, o imperador toma medidas centralizadoras que vão em sentido oposto ao Ato Adicional de 1834 o qual afirmava na Constituição de 1824, algumas medidas favoráveis aos Liberais.
O governo de D. Pedro II conseguiu controlar várias revoltas, no entanto, enfrentou uma das mais fortes disputas do período, a Revolução Praieira de 1848: que se iniciou com as disputas entre Liberais e Conservadores, mas teve apoio popular por que; "além de motivos políticos, havia também motivações econômicas e sociais."(SER PROTAGONISTA, p.247).

Os Barões do Café
O café se torna o "Ouro verde" do Brasil

Com um governo fortemente centralizado, D. Pedro II, apazígua Conservadores e Liberais, alternando estes grupos no poder e oferecendo certa autonomia para as províncias.
No final do Século XVIII, com a queda da produção açucareira, o governo imperial investe na produção agroexportadora de café no sistema de plantation. Os barões do café dominam a cena política, e, o café se torna o principal produto de exportação brasileiro.
Para isso, o investimento em ferrovias foi essencial, já na segunda metade do século XIX.

Um dos principais investidores nesse setor (além de investimentos em portos, iluminação a gás, telégrafos, dentre outros) foi o Barão de Mauá.
Com o fim do Império, este tem seus empreendimentos prejudicados.




 A economia nos tempos do Imperador

  • ü  Deslocamento do centro econômico do Nordeste para o Sudeste;
  • ü  Café: principal artigo de exportação do país
  • ü  Fazendas de café: RJ e SP.
  • ü  Açúcar: 2º produto de exportação.
  • ü  Algodão: 3º produto de exportação.
  • ü  Fins do Século XIX: borracha da Amazônia.
  • ü  1844: déficits na balança comercial do Brasil- o governo gastava mais com a importação do que arrecadava em exportação.
  • ü  Os produtos manufaturados vinham do exterior.
  • ü  Resultado: aumento dos impostos sobre as importações (Tarifas Alves Branco)
  • ü  Incentivo à industrialização (impulso a partir de 1880)
  • ü  Empréstimos vindo da Inglaterra.
 
As pressões contra o tráfico de escravizados

  • §  Pressões econômicas


A Inglaterra pressionava o governo imperial pelo fim da escravidão, já que tinha interesse em expandir seu mercado consumidor.
Leis contra a escravidão:
  • ü  1845 Lei Bill Aberdeen: Inglaterra proíbe o tráfico de escravizados africanos pelo Atlântico.
  • ü  1850 Lei Euzébio de Queiroz: fim do tráfico negreiro.
  • ü  1871 Lei do Ventre-Livre: considerava livre todos os filhos de mulher escravizada, nascidos a partir desta data.
  • ü  1885 Lei dos Sexagenários: liberdade aos escravizados com mais de 60 anos.
  • ü  1888 Lei Áurea: Princesa regente do Brasil, Dona Isabel, assina a abolição completa da escravidão no Brasil

  •       Pressões sociais

Os próprios escravos contribuíram de forma decisiva para acelerar o processo do fim da escravidão”, diz o historiador Ricardo Tadeu Caires Silva, professor da Universidade Estadual do Paraná, que encontrou o caso dos seis escravos na seção judiciária do Arquivo Público do Estado da Bahia. “A abolição foi feita muito mais por uma pressão das ruas, das senzalas, do que por uma decisão política com base na bondade. (Fonte: BBC Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/resources/idt-sh/lutapelaabolicao  Acesso em: mai.2020)
Dentre as formas de resistência, além de pressões do movimento abolicionista, de revoltas contra os senhores de escravos e ações judiciais, podemos citar: o banzo e os quilombos, como parte importante neste processo:

Formas de resistência
  • §  O banzo

Nos primeiros anos da escravidão negreira no Brasil, uma forma comum de resistência dizia respeito ao Banzo, que nas palavras de Emilio Gennari;
"definido como profunda saudade da África, descreve a situação em que o negro cai em depressão, se recusa a trabalhar e a comer, definhando muitas vezes até a morte. Mais do que expressão de um sentimento para com a terra natal, essa situação se configura como uma forte rejeição da condição estranha e hostil na qual o africano é mergulhado, a tal ponto de não permitir ao escravo nenhuma identificação com o espaço físico, com o grupo dos que partilham a sua sorte e, menos ainda, com o universo opressor do branco."(GENNARI, 2008, p.30)

  • §  O quilombo

A forma de resistência contra a escravidão, mais conhecida e duradoura, que se tem notícias, diz respeito aos quilombos, que nas palavras de Gennari;
"A palavra quilombo [...] é a incorporação à língua portuguesa de um termo africano que significa esconderijo. No Brasil, se torna sinônimo de núcleo de escravos fugidos que procuram abrigo em locais de difícil acesso para neles construírem padrões africanos  de organização social."( GENNARI, 2008, p.32)

Para mais informações sobre os quilombos, ver Biblioteca Nacional Digital Brasil. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/dossies/trafico-de-escravos-no-brasil/resistencia-negra-a-escravidao/  Acesso: maio,2020.

Fatores que contribuíram para a crise do Império no Brasil
Desgaste político

         Vários fatores contribuíram para o agravamento da crise do Império no Brasil:
  • ü  As ideias abolicionistas ganharam força a partir de 1880;
  • ü  Após a Guerra do Paraguai (1864-1870), muitos militares que haviam lutado ao lado dos escravizados aderiram à causa abolicionista;
  • ü  Desgaste entre a Igreja Católica e os maçons;
  • ü  Reivindicação de direitos por parte dos militares;
  • ü  Influência dos ideais positivistas.
 
A questão dos imigrantes

  • §  Imigrantes no Brasil

Com a campanha abolicionista, a escravidão ruindo no Brasil e o café em ascensão, o governo brasileiro incentiva a prática do colonato e a vinda de imigrantes para trabalhar nas lavouras de café em São Paulo, e para o restante do país.
Com a criação do colonato, o trabalhador passou a ser pago em parte por tarefa executada, e em parte, pelo que foi colhido. Além disso, havia espaço para os colonos se dedicarem a uma lavoura de subsistência. Esse sistema foi adotado na maioria das fazendas, como resultado de anos de conflitos em torno dos contratos e das condições de trabalho. (SER PROTAGONISTA, p.249).
Baseados na teoria do “branqueamento das raças”, o governo imperial e a elite brasileira incentivam a vinda de imigrantes europeus (principalmente), que são envolvidos em dívidas sob o pretexto de “fazer a América”. Maus tratos e castigos geraram fugas e revoltas.



Referências Bibliográficas

BBC Brasil. Luta pela Abolição. Disponível em: BBC Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/resources/idt-sh/lutapelaabolicao  Acesso em: mai.2020
BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL BRASIL. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/dossies/trafico-de-escravos-no-brasil/resistencia-negra-a-escravidao/  Acesso: maio,2020.
ENSINAR HISTÓRIA. Barão De Guaraciaba. *1826, +1901. Disponível em: https://ensinarhistoriajoelza.com.br/um-barao-negro-no-imperio/ Acesso:mai.2020
ESTUDO PRÁTICO. Barão De Mauá. *1813,+1889. Disponível em: https://www.estudopratico.com.br/visconde-de-maua-historia-de-irineu-evangelista-de-sousa/ Acesso: mai.2020.
GENNARI, Emilio. Em Busca da liberdade; traços das lutas escravas no Brasil. 1 ed, São Paulo: Expressão Popular, 2008.
RODRIGUES, Jaime. O infame comércio; propostas e experiências no final do tráfico de africanos para o Brasil (1800-1850), Campinas, SP: UNICAMP/CECULT, 2000.
SEGUNDO REINADO. Disponível em: https://blogdoenem.com.br/periodo-regencial-historia-enem/ Acesso em: mai.2020
SER PROTAGONISTA. História, 2º ano, 2 ed, São Paulo: Edições SM, 2013, pp;244-258. (Ensino Médio- Conteúdo adaptado)
VICENTINO, Cláudio. Teláris História. 9º ano. 1ed, São Paulo: Ática, 2018, pp.48-72.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Sejam bem-vindas e bem-vindos ao blog da Professora Letícia Siabra. Através deste canal, disponibilizarei materiais de apoio às aulas, para meus alunos e a quem mais se interessar pelos debates em torno da História.